A meio, o fim
Quanto tempo demora até que tudo fique igual, ouço perguntar dentro da minha mente (o que não quer dizer, atenção, que a pergunta seja minha). De outro modo, poder-se-ia dizer que é precisamente por estes meados de Janeiro que se descobre que resoluções de ano novo valem ou caem por completo. Eu, por mim, fiz uma. Tem-se aguentado, com algum sacrifício. Se assim não fosse, o falhanço seria total. É o problema de se ser pelo fatalismo no mundo e achar que não há nada de muito sólido, ou que se desmanche no ar, ou que se chame poder transformador da mente. Quanto tempo demora até que tudo fique igual? Resposta rápida: nenhum.
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No reino
Hoje subi e desci a Avenida (mentira, só subi).
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Amanhã é Domingo
De pé de cachimbo.
Vida atribulada
O bom de vir a casa é que podemos encontrar revistas Maria de 1988 que contêm cartas como esta:VIDA ATRIBULADA
Somos três amigas que vivem juntas e as nossas idades estão compreendidas entre os 15 e os 18 anos.
Estudo para personagem
Eu não gosto de falar disto.
