“Introduction” (“Cruel Shoes”, de Steve Martin)

Vais por uma estrada campestre. Está uma tarde tranquila. Olhas lá mesmo para o fundo da estrada e vês alguém a andar na tua direcção. Estás surpreendido por teres percebido uma pessoa a tão grande distância. Mas continuas a andar, não esperando mais do que um aceno amigável quando se cruzarem. Reparas que ele tem cabelo laranja e brilhante. Está mais perto – um fato de cetim branco com pontos coloridos. Mais perto – uma cara pintada de branco e lábios rubros. Tu e ele estão a cinquenta metros de distância. Tu e um autêntico palhaço com uma buzina, separados por vinte metros. Aproximam-se na solitária estrada campestre. Tu acenas. Ele buzina e passa.

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Tradução de um poema de Allen Ginsberg

UNDER THE WORLD THERE’S A LOT OF ASS A LOT OF CUNT

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Dois textos de Daniil Harms

Algo sobre Pushkin e A Conferência.

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Divine Comedy

Divine Comedy, de Julian Gough, um dos melhores ensaios sobre Comédia que já li.

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Yau e Drummond

Tradução de In the Kingdom of Poetry, de John Yau, em referência a Carlos Drummond de Andrade.

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Duas traduções de Bob Dylan

It’s Alright, Ma (I’m Only Bleedin’) e Ballad of a Thin Man.

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e.e. cummings

Tradução de um texto de um dos meus autores preferidos.

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The Other Mexico: Critique of the Pyramid

Tradução de um excerto do livro de Octavio Paz.

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