O poema

Sim, eu perdi. A partir de Manuel de Freitas, Jorge Melícias e João Luís Barreto Guimarães.

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Retrato do artista enquanto Zapeão
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Poema contra a crise
Há quem diga que a poesia não resolve nada, Há quem diga que a poesia não é prática.

OS NANDAMENTOS
(escrito para o espectáculo dos .

Poema de ler baixo
entre o que vês e dizes não existe nada és simples e sem malícia não sabes nada de computadores não temes pedir ajuda a estranhos entre o que vês e dizes não há teias ou imundície há só o que és e aquela transparência do que é real e luz entre o que vês e dizes sorris porque achaste enfim quem te matasse a fome fizeste um sanduíche com minhas palavras e comeste-me a vergonha.

O poema novo que disse no Slam Lx na semana passada
Eu sou um homem de metáforas Perdido nas diásporas Tudo o que digo Pode ser mal entendido Tudo o que faço Pode ser um embaraço Um dia, disse a uma amiga “Dás-me frio na barriga” E ela, agradecida, Ofereceu-me a perseguida Mas não era frio de paixão Era só indigestão Há pouco, a moça do bar Fixou em mim o olhar.

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